Wells Fargo e outras empresas rejeitam listagem de ações tokenizadas
Total de 22 companhias se opuseram ao projeto da OKX em parceria com a ICE para negociar ativos digitais sob isenção da SEC.
Regulação Editor: Fabricio Marcilio 1 min de leitura
O Wells Fargo e outras cinco empresas formalizaram objeções contra a listagem de suas ações em formato tokenizado. A iniciativa faz parte de um projeto conjunto entre a corretora de criptomoedas OKX e a Intercontinental Exchange, dona da Bolsa de Nova York.
Até a última sexta-feira, o número de companhias contrárias ao modelo atingiu 22 nomes. Além do Wells Fargo, a lista de opositores inclui a Arm Holdings e a Intuit. Gigantes como Microsoft e Alphabet também já haviam manifestado resistência ao formato proposto.
A maioria das empresas que rejeitaram a proposta possui papéis listados na Nasdaq. Apenas seis das companhias que se opuseram ao projeto operam na Bolsa de Nova York. A Nasdaq emitiu orientações alertando sobre riscos potenciais para a liquidez e a descoberta de preços.
O projeto OKX-ICE pretendia incluir 62 empresas no lançamento da plataforma de ativos tokenizados. O ex-governador de Nova York e copresidente da iniciativa, Andrew Cuomo, afirmou que esperava resistência das companhias nesta fase inicial. O objetivo das empresas seria evitar os riscos de testar um modelo novo de negociação de ações.
A cautela das empresas em relação à isenção de inovação da SEC reflete incertezas sobre o impacto de ativos digitais na estrutura do mercado tradicional. O impasse pode limitar a oferta inicial de produtos tokenizados no ecossistema financeiro.
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