Executivo do Lloyds critica vínculo entre impostos bancários e energia
William Chalmers questiona aumento da sobretaxa bancária para custear subsídios de energia no Reino Unido.
Mercados globais Editor: Fabricio Marcilio 1 min de leitura
O diretor financeiro do Lloyds Banking Group, William Chalmers, manifestou descontentamento com a decisão do governo britânico de elevar a carga tributária sobre bancos. A medida visa financiar subsídios para contas de energia das famílias britânicas.
O executivo argumentou que o setor bancário é essencial para fomentar o crescimento econômico por meio da concessão de crédito. Ele defendeu que a competitividade internacional das instituições financeiras depende de uma estrutura de custos previsível e estável.
O governo anunciou que a sobretaxa bancária subirá para 6% a partir de janeiro. A gestão de John Healey classificou a medida como temporária e limitada a um período de 15 meses.
Chalmers questionou a lógica de vincular impostos bancários aos custos de energia. Existe um receio no setor de que o prazo de validade da cobrança seja ignorado caso surjam novas crises energéticas no futuro.
Líderes do setor financeiro citam exemplos internacionais onde impostos temporários foram prorrogados além do prazo inicial. O executivo reforçou que a capacidade de emprestar para a economia real é a melhor forma de proteger o país contra choques externos.
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