Câmara do Japão aprova redução de impostos sobre alimentos
Medida integra esforço da primeira-ministra Sanae Takaichi para reduzir o custo de vida enquanto o Brasil organiza o Imposto Seletivo para 2027
A Câmara dos Deputados do Japão aprovou um projeto para diminuir a carga tributária sobre itens básicos de alimentação. A iniciativa faz parte de uma estratégia da primeira-ministra Sanae Takaichi para aliviar o custo de vida dos cidadãos.
Simultaneamente, o governo federal brasileiro regulamentou o Imposto Seletivo por meio da Medida Provisória 1.399/2026. O tributo, conhecido como imposto do pecado, entrará em vigor em fevereiro de 2027 para desestimular o consumo de bens prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
A lista de itens taxados inclui bebidas alcoólicas, cigarros, veículos e atividades de apostas. As alíquotas variam conforme o produto, sendo que os fumígenos possuem a cobrança mais elevada, enquanto itens como refrigerantes terão taxas menores.
O cenário de preços no Brasil também reflete dificuldades no campo. O tomate, por exemplo, registrou expressiva valorização no acumulado de 2026 devido a fatores climáticos e à redução da área plantada no país.
A instabilidade na oferta de hortaliças e a implementação de novos tributos federais compõem o atual ambiente econômico. O monitoramento dessas variáveis é essencial para compreender a pressão sobre a inflação doméstica.
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